Faz hoje quatro meses e vinte e dois dias que foi escrito o último post do PEdorido. Quatro mesese, quatro dias, oito horas e cinquenta e sete minutos, para ser mais preciso.
Caso assumisse o papel (digníssimo) do leitor, estaria a perguntar-me porquê "quatro meses, quatro dias, oito horas e cinquenta e sete minutos" e não "4 meses, 4 dias, 8 horas e 57 minutos"?
Coisas do autor, pensarão uns, coisas do demo, pensarão outros, a cena do coiso pensarão ainda outros...
É assim o pensamento... livre como um campista no Choupal. Ocasional, quase fugaz como a actuação do executivo pedoridense.
Mas chega de divagações. Passemos ao que realmente interessa, aquilo que aqui nos traz, o cerne, o núcleo, o âmago da coisa. Que é, basicamente, neste caso geral e noutros em específico, nada.
Nada??
(neste momento instala-se o pânico no interior do leitor)
Como assim, nada?? (já começaram a chover teclas e o monitor já escorre cuspo)
NADA??? (o leitor entrou em modo Pepito e espuma compulsivamente pelos cantos da boca)
Ah, bom... assim de repente pensei que tinha acontecido alguma coisa. (...)
Teve uma certa graça este pequeno diálogo, ou melhor, monólogo, visto que se refere apenas à perspectiva do leitor e não do autor, que se rebola ostensivamente pelo chão do escritório/marquesa rindo-se da marotice feita ao incauto leitor.
Por esta altura já o PEdorido terá, pelo menos, entrado para o top 3, perdão, três (pensavam, não?), do enchimento de chouriço online. Top três ou mais. Ou menos.
Convenhamos que é um título lisonjeiro para um blog que não tem pretensões. Melhor, tem algumas mas são tão insignificantes que ninguém lhes liga. Até a IURD parece uma coisa credível ao pé das nossas ambições. É assim a vida...
Não que queiramos estar aqui a gozar com os seguidores da IURD e os seus pastores. Espero que estejam na graça de Deus lá nos seus iates de milhões de euros.
Por falar em iates, e esta calhou mesmo bem, nos próximos dias aguardem desenvolvimentos acerca do iate assassino no cais do Arda e o mistério dos caixotes do lixo fechados no Choupal. Sujar, tudo bem, mas os caixotes do lixo não!
Até breve!