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quarta-feira, março 04, 2009

Histórias da nossa vida

Olá a todos!

Cá estou eu para ajudar a manter este nosso ponto de encontro vivo.

Todos nós temos historias em que participamos ou então que tivemos conhecimento, histórias essas que fazem parte da nossa memória. Sendo assim gostava que partilhássemos todas essas histórias que ainda hoje nos fazem rir, ou então, que nos fazem olhar para determinadas coisas com outros olhos.

Pensem todos e não hesitem em contar aqui todos os episódios que acham que tenham relevância, não importa se passou ontem, ou há 20 anos, desde que não envolvam situações ilegais ou que sejam susceptíveis de provocar processos em tribunal...:)

Participem todos!


Até breve.

Camone

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

O cantinho da cerimónia

Há uma expressão usada em várias circunstâncias - o bocadinho da cerimónia -, que encaixa que nem uma luva na situação que aqui me presto a relatar.

Quem nunca passou pela incómoda experiência de, num qualquer casamento ou tainada das antigas, querer açambarcar o último pedaço de moela ou rissol existente na mesa e se deparar com a incómoda situação desse referido pedaço ser o último?
Pois mandam as regras da boa educação que esse pedaço fique no respectivo lugar ad-eternum.
Mesmo que o estômago se contorça em agonia e uive que nem um Pepito em plena Lingueta, nada moverá aquele pedaço da mesa. É assim a ordem natural das coisas, é assim que será até ao fim dos tempos...

Iniciei este post com esta introdução parva, porque a situação que o mesmo aborda é ainda mais parva.

Depois de terem transformado 7/8 do velho "Estaleiro Buraco" num belíssimo semi-curral (sim, porque naquele cenário, só faltam mesmo os corcéis a passearem-se altivamente de lado para lado) lá ficou o restante 1/8 (se a matemática não me falha) para serventia do Sr. acima mencionado.

Acuso desde já a minha total ignorância no que toca a regras de alinhamento e ordenamento de território, mas será que foi propositado, ou ficou mesmo por cerimónia?

Os Srs. da JAE arrumaram tudo e no final, quando apenas faltava aquele pedacinho, como pessoas educadas que certamente são, lá devem ter pensado:
"- Bem, até parece mal a gente tirar agora dali aquele pedacinho!
- Pois, também acho que sim. Se estiveres num casamento e só tiver um rissol de camarão na mesa, não o vais tirar, pois não?
- Pois não! Deus me livre!!
- Vá, então deixa ficar, e quem não tiver escrúpulos e/ou educação que o arranje!
- É isso mesmo! Vamos mas é ao Neca mandar abaixo uma malga de verde!
- Bora lá..."

segunda-feira, setembro 24, 2007

Exemplos a seguir

Em Pedorido há coisas que não mudam... a começar pela mentalidade mesquinha das pessoas... o snobismo... a mania das grandezas... etc, etc...

Há poucos dias soube da seguinte história:

A pessoa X, chamemos-lhe assim, construiu uma casa.
Tem à sua frente um terreno, propriedade de Y que, ao que parece, tem um par de eucaliptos que tapam uma janela da sua (X) casa.
X apresentou queixa na Câmara Municipal contra Y de modo a que este procedesse à limpeza do dito terreno. Pacífico.
Y foi notificado e procedeu à limpeza do terreno.
X fez queixa novamente.
Y foi notificado e procedeu à limpeza do terreno.
X fez queixa novamente.
Y foi notificado e procedeu à limpeza do terreno.
Ora, como tanta notificação não é normal, Y deslocou-se à C.M. para tentar averiguar o que se estava a passar.
Verificou que a origem das notificações eram as queixas apresentadas por X.
Assim à laia de curiosidade, pediu ao funcionário que lhe mostrasse o projecto da nova casa de X.
Conclusão: X tem ilegalidades no seu projecto. Uma "pequena obra" construída clandestinamente!
Resultado: Y fez queixa... e com razão...

Moral da história:
Se tens telhados de vidro não atires pedras ao ar

PS: não quero com isto tomar o partido de X ou de Y... é para o lado que durmo melhor... simplesmente enoja-me esta mentalidade mesquinha. Ainda por cima quando não se olha para "dentro" de casa antes de falar mal do "vizinho".
Uma conversa franca e directa não seria uma (muito) melhor solução para este "problema"?
Mas esta é a minha humilde maneira de ver as coisas.
Haja paciência para este snobismo...
Enquanto não se mudarem mentalidades, nada mais irá mudar...

quarta-feira, setembro 12, 2007

No comments













Gosto de soluções provisórias em betão armado!

PS: Grande parte das fotos foram tiradas de noite porque a gerência do PEdorido.blogspot vê-se obrigada, por motivos de índole ideológica e mesmo física, a trabalhar na clandestinidade. As restantes foram gentilmente cedidas.

quinta-feira, maio 17, 2007

Fábio Silva

O Fábio era um miúdo pedoridense cheio de vida que queria crescer para ser jogador de futebol.

Num fatídico momento em que corria atrás do seu objecto preferido, a bola, foi colhido por um automóvel que o deixou tetraplégico.

Esteve um mês em coma e seis meses internado.

Neste momento está em casa, parado numa cadeira de rodas com o olhar perdido no infinito.

Serve este post, para apelar a todos os que o possam ajudar, para o fazerem.

Uma clínica em Cuba tem uma vaga para ver o Fábio e tratá-lo com condições que os nossos hospitais não podem oferecer.

Como os pais não conseguem suportar na íntegra o pagamento da viagem e respectivo tratamento, pedimos a todos que contribuam para dar a este miúdo uma vida melhor.

Podem fazer as contribuições anónimas para:
003502250003276790029 - Caixa Geral de Depósitos


Ajudem o Fábio!

terça-feira, maio 15, 2007

Paivensylvania, por LáForaCáDentro

«Naquela altura, não muito longínqua no espaço e no tempo, lá para a terra dos “Mcqualquercoisa” onde o nome valia mais que uma barra de ouro de 29 quilates, um pequeno lugar no mundo tinha o nome de “Pedoridos Rivers” que tinha como fronteira outra cidade, de seu nome “Oliveiras Valley”, ambas situadas no estado de “Paivensylvania”.

Lá para a “Paivensylvania”, vivia o mayor. Dizem que lá chegou através de um servicinho prestado a um bando que se dizia comunitário. Isto resultou que este bando fizesse dele o mayor. Tinha o nome de “McPaul Tekserrá”.

Pois é, esse “McPaul Tekserrá” exercia uma certa influência na população das duas cidades, “Pedoridos Rivers” e “Oliveiras Valley”, a ponto de querer criar uma “Escoadora de Toros para o Ardas River” (que passará a designar-se por “ETAR”) numa destas cidades. Diga-se que mais parecia uma mina de enxofre na cidade de “Pedoridos Valley”.

Estaria tudo bem se a cidade de “Oliveiras Valley” não tirasse partido da situação, e enviasse para a “mina” mais enxofre do que aquele que já lá existia. Foi aí que as coisas entre as duas cidades começaram a ficar mais complicadas porque até aí não havia grande confusão na afirmação dos habitantes de ambas.

Com o objectivo de guiar o enxofre para a mina, o mayor mandou construir uma canalização desde “Oliveiras Valley” até “Pedorido Rivers”, aproveitando o caminho-de-ferro, já estava inactivo há bastante tempo, passando pelo desfiladeiro “Silvós of Eagle”.

E a canalização foi feita mas a “ETAR” demorou mais um pouco a ser construída. Aliás, até á data da escrita desta história ainda não foi construída e a canalização como tinha que cair em algum lado, claro que iria cair para o lado de “Pedorido Rivers” mais propriamente em “Silvós of Eagle” e ainda mais precisamente nos terrenos de “McDias”, de onde escorreria para o “Ardas River”, um dos rios que banha a cidade de “Pedorido Rivers”, logo o nome da dita cidade.

“McDias” não era pessoa de muitas brincadeiras aos cowboys, era mais do género a direito - ou era, ou não era – e prezava muito os seus terrenos que tinham sido adquiridos com muito esforço, sangue, suor e lágrimas. Portanto, e com a ajuda das más bocas vizinhas dos cabarés e saloon’s que lhe punham o orgulho na franja, ele decidiu pôr ordem na balbúrdia que se estava a passar precisamente debaixo do seu nariz, mais propriamente nos seus famigerados terrenos, e então, quando os lacaios de “McPaul Tekserrá" se prestavam a desviar os toros de enxofre que vinham de “Oliveiras Valley” para os seus terrenos, ele aproxima-se e com meia dúzia de palavras coloca os pontos os is. Mas os toros continuaram a escorrer pelo antigo caminho-de-ferro a céu aberto o que era uma vergonha para o estado de “Paivensylvania” e maior ainda para o mayor “McPaul Tekserrás”.

E para acabar com a vergonha “McPaul Tekserrá” tinha que arranjar um comparsa na cidade de “Pedorido Rivers” e, se possível, com terrenos perto dos de “Mcdias” de modo a aproveitar a canalização existente. Sendo assim, quem melhor que “Mccedo”, que por acaso até exercia uma certa influência na população de “Pedorido Rivers” e tinha um terreno perto dos de “McDias”? Além do mais, era uma pessoa um pouco ambiciosa, ou seja, era a personagem ideal para o efeito.

Depois de muitas negociações, jantares, almoços, favores prometidos, desprometidos e outros num impasse, “McPaul Tekserrá” obteve a tão ansiada autorização para descarregar os toros para o “Ardas River“ através dos terrenos de “Mccedo”.

Bem, com esta traição à população de “Pedorido Rivers”, era suposto haver uma reacção da mesma mas, admiravelmente, não foi isso o que sucedeu. A população que tinha fama de lutadora pelos seus direitos ficou-se pelos ditos e não ditos ou seja, como diz o ditado, e bem: ganha fama e deita-te na cama!

Portanto, penso que ainda hoje os toros de “Oliveiras Valley” continuam a escorrer para o “Ardas River” como se de um presente se tratasse, o que é triste pois com tantos turistas a visitar a dita cidade, tal cenário é tudo menos hospitaleiro.

Será que o povo de “Pedorido Rivers” vai continuar assim tão pacífico, ou isso já passou a ser normal lá para os lados do estado da “Paivensylvania”?»

sexta-feira, março 16, 2007

Era uma vez...

Vou propor-vos um exercício de estimulação da vossa criatividade.

Vamos fazer uma história, um conto, ou o que quiserem de Pedorido.

Começamos com uma frase e cada um vai acrescentando o que lhe vier à cabeça... a ver onde é que isto vai dar!

Então a históriacomeça assim:

"Era uma vez uma terra chamada Pedorido que ficava na margem do Rio Douro..."

PS: O objectivo não é contarem episódios ou coisas que vos aconteceram.
Simplesmente peguem no pedaço da históriaescrita pela pessoa anterior e inventem a continuação de modo a que a pessoa seguinte seja capaz de fazer o mesmo.

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Referendo em Pedorido

Como sabem, realizou-se no passado dia 11, o referendo para a liberalização do aborto.

Em Pedorido, ao que parece ganhou o NÃO por escassos votos. Mas isso não interessa agora.
A votação decorreu com toda a normalidade. Mas porquê postar sobre isto então? Há sempre um lado caricato das coisas e este acontecimento não fugiu à regra.

Passo a relatar:
Os cidadãos que compõem o staff da mesa de voto, recebem para além da respectiva remuneração monetária, um lanche (não sei se por cortesia ou responsabilidade da Junta de Freguesia) para minimizarem o ratinho no tempo que passam à frente daquela actividade.

Ora este ano, o lanche ficou a cargo do Catering Ramadinha.
E o que terá sido o lanche? Croquetes, rissóis, panados e afins pensará a generalidade dos leitores... também eu, devo confessar!

Imaginem a surpresa dos mesmos quando os presentearam com uma embalagem de take-away repletinha de moelas com molho, ou molho com moelas segundo ouvi, um saco de pão e três garrafas de vinho.
Ah... e sem copos nem guardanapos! Palitos acho que tinha...

E mai nada! Cada um que se desenrasque!
Quem não beber vinho, azar! Quem beber e conseguir abrir uma garrafa ainda se safa...
Limpem as mãos por dentro dos bolsos para não se notar.
E tiveram muita sorte de não terem recebido uma embalagem de linguiças e um frasquinho de álcool!

Valeu-lhes a prestável colaboração de um dos elementos que vive nas proximidades da escola e resolveu a questão.

E esta?

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Campeões, Campeões, nós fomos Campeões!


Mais um pequeno pedaço de glória da longa e nobre história do G.D.P.:

Colocação das faixas de vencedor da terceira divisão do campeonato distrital de Aveiro, época 1980/81.

Ah... Reparem como a fotografia comprova cabalmente que a história do 4º anel não era treta! O Campo do Areínho era um autêntico inferno para os adversários!
O campo esta a abarrotar neste dia, as pessoas é que estavam todas à direita da foto e não se vêm muito bem. Mas estavam lá... a exaltar os Magníficos do Areínho, os Mustangs de Pedorido!

Os nossos parabéns e um muito obrigado a todos os que fizeram parte deste magnífico conjunto que elevou o nome do G.D.P. a vôos nunca antes imaginados!

PS: Já repararam que quando deixaram de ter a mania que eram a selecção nacional começaram a ganhar coisas?

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Maria de Todo o Mundo

Em deambulação pela web encontrei este texto que parece ser deveras interessante.

"Pinho Leal dizia que a freguesia de Pedorido — situada na margem esquerda do Douro e na encosta da serra de Pedorido, e que durante muitos anos constituiu uma excelente zona de pesca fluvial — se compunha de duas povoações, Pedorido e Póvoa, de duas quintas, Fornelo e Germunde, e de dois casais, Parada e Areja. «Todavia, o povo daqui, distingue a aldeia de Pedorido sob diversos nomes como Igreja, Nogueira do Rio, Costa, Congosta, etc.», diz o autor de «Portugal Antigo e Moderno», que refere a existência, em Nogueira do Rio, de uma estalagem denominada de Maria de Todo o Mundo, «boa mulher, natural da Régua, chamada Maria do Nascimento»."

in www.minhaterra.com.pt

Será que algum habitantes mais velhos terá ouvido falar deste sítio? Em Nogueira do Rio lugar ou "freguesia", onde terá sido? Algumas perguntas interessantes que gostava de ver respondidas.
Se alguém souber algo acerca deste tema, p.f., comunique.
Era interessante partilhar este pequeno pedaço da enorme História pedoridense.

segunda-feira, janeiro 08, 2007

A ponta do Iceberg...

Veio, por meios travessos, parar-nos às mãos o registo fotográfico de uma das mais caricatas e insólitas situações acontecidas em Pedorido há cerca de 2 ou 3 anos.
Acreditamos nós tratar-se, como o título do post indica, de um levantar muito subtil do véu que esconde um plano muito maior e grandioso que o redutor conceito da simples colocação de um lavatório junto a uma estrada nacional.

Ter-se-à tratado de um acto altamente altruísta ou de um devaneio da mente humana?
Um acto ocasional, expontâneo e inconsequente ou um plano majestoso elaborado com a precisão das dores décimo quinto anuais do Pio?

A resposta ficará eternamente perdida nas entranhas da história... ou não. Aqui fica a nossa simples e humilde teoria acerca do assunto:

Entendemos ser esta situação a ponta de um enorme iceberg porque acreditamos piamente ter-se tratado apenas do princípio de uma enorme casa-de-banho do povo que se estenderia por todo o concelho desde Pedorido ao centro da vila culminando numa imponente e luzidia sanita.

Que segredo estará escondido por detrás deste acto ou sonho que a infame J.A.E. cortou pela raíz?
Que verdade escondida se esconde por trás deste simples lavatório?

As perguntas ficam no ar, ou melhor à berma da nacional.


terça-feira, dezembro 19, 2006

Presépio Humano

Como seria de esperar, a vasta equipa do pedorido.blogspot não podia deixar passar em claro o quadragésimo terceiro acontecimento mais importante do natal deste ano: o presépio humano em Oliveira do Arda.
Sendo Oliveira do Arda um lugar periférico de Pedorido, assim como a Buraca está para Lisboa, pareceu-nos bem publicar esta notícia e elogiar o esforço de todos os que se dedicaram a tão nobre causa e incentivar todos os que lêm este blog a visitar este peculiar subúrbio pedoridense no próximo dia 25 de Dezembro das 16 às 18 horas (GMT +0).

Aqui vos deixamos com as imagens de 2005 para aguçar o apetite. Ou não...







PS: Só gostava que os oliveirenses que me explicassem uma coisa porque acho que está aqui a haver uma certa confusão!
Não é suposto aquele senhor que está na cruz, o miúdo recém-nascido na manjedoura, e o outro que está à mesa serem a mesma pessoa? Afinal nasceu ou morreu? Ou eram pessoas diferentes? Será que o Natal é uma ilusão, provocada pelos americanos à semelhança dos mistérios do Entroncamento, e nunca aconteceu?

sexta-feira, dezembro 15, 2006

A revelação revelação de 2006

"Há muito tempo, num dia ventoso de Outono, uma Avó e o seu Neto andavam a passear. Tanto era o vento que logo se levantou muito pó. O Neto admirado com tal coisa perguntou à avó:
- Ó avó, o pó voa?
E assim, como aquela terra não tinha nome passou a chamar-se Póvoa."

"Porque é que a Póvoa se chama Póvoa?"
Esta é a questão que certamente já passou (se não passou há-de passar) pela cabeça de todos os pedoridenses. Quantos dos mais brilhantes cérebros desta bela aldeia já não deram voltas e mais voltas na tentativa de descobrir este segredo? Que eu saiba, nenhum! Quantas noites mal dormidas ou cabelos arrancados já provocou este enigma? Poucas, certamente... a não ser que tenham sido acompanhadas de uma boa bebedeira ou coisa do género.

Porquê Póvoa? Assim, sozinha... abandonada na solidão de palavra única, orgulhosa.
Temos a Póvoa de Varzim, Póvoa de Lanhoso, Póvoa de Sto. Adrião mas a nossa não. É única.

Esta questão que ameaçava ser mais um dos grandes enigmas da humanidade, foi brilhantemente quebrado por dois petizes: Bruno Costa e Américo Coval são os nomes que a eternidade se encarregará de guardar.

E... fez-se luz! As coisas simples são sempre as mais belas!

O mundo é agora um sítio melhor para se viver.

segunda-feira, outubro 10, 2005

O casamento secreto

Em Pedorido as pessoas gostam muito de fazer tudo em segredo!

Desde compra de carros, casas, enfim... certo que o segredo é a alma do negócio, mas... um CASAMENTO??

Claro que já vi em filmes de amor casamentos em segredo, mas na vida real foi o primeiro.

O mais engraçado é que este casal nem sequer vivia uma história tipo Romeu e Julieta (talvez fosse mais a Bela e o Monstro), mas decidiram casar-se em segredo, apenas com a comparência (quiçá testemunha) de um irmão da noiva (agora esposa) nos seus tenros 5 anos de idade.

Ora, sabe-se muito bem que as crianças nesta idade não mentem e muito menos têm papas na língua... e aqui começa o erro crasso deste casal que tanto fez por esconder o seu casamento. Deixaram o puto assistir a tudo e depois queriam segredo? Duma criança? Nunca substimem o poder oratório de uma criança.

E agora o resultado está à vista: o que era para ser segredo já é do conhecimento de toda a gente e é o assunto do dia em Pedorido.

Só me apetece dizer: DUUUUHHHHH!!!!!!

quarta-feira, setembro 21, 2005

O Muge ladrão

Sempre soube que existem animais que "roubam" objectos, principalmente objectos brilhantes ou luminosos, como é o caso das Gralhas e certos tipos de ratos.

Agora peixes... essa só podia acontecer em Pedorido.

Nunca fiz a mínima ideia que o Muge (vulgo Taínha) era capaz de tal façanha até que uma distinta personagem (C.O.) da minha terra nos provou o contrário.

Aconteceu há uns anos atrás, quando essa personagem depois de uma tarde bem passada (leia-se bebida) no digníssimo estabelecimento comercial pedoridense VáTáClá, decidiu, por obra e graça do Espírito Santo atirar-se ao rio de uma das pontes de Pedorido (sim, porque nós temos duas).

O pormenor de requinte desta cena é que o C.O. decidiu deixar as botas em cima da ponte.
Pormenor este de extrema importância pois era inconcebível ir ao banho de botas... vestido ainda vá... agora de botas nem pensar!!
O referido C.O. lá se atirou da ponte batendo com as fuças de chapa na água! Rezam as crónoicas que quando o tiraram da água o homem tava com a cara completamente roxa!

Perto do sítio onde caiu, existe um bar ribeirinho, muito frequentado em épocas de verão. Foi o que lhe valeu, pois um dos responsáveis pelo mesmo conseguiu chegar a tempo de o tirar da água antes que qualquer tragédia se desse.

Agora, o piéce de resistance da história:
O C.O. saiu da água e para se recompor, claro está, precisava de uma loirinha.
Qual é o espanto da audiência quando o dito cujo se dirige para pagar a cerveja e verifica que não tinha dinheiro.
Então, fez-se luz. Eis a resposta cientificamente suportada do C.O.:
"Eh pah... eu tinha 1€ no bolso. Foi o f.d.p. do muge que me apareceu na água que o roubou!"

Meus caros, contra provas não há argumentos.
O homem tinha 1€ no bolso e depois de uma queda de 10m e um embate brutal de fuças na água, qual a razão mais lógica para o desaparecimento do dinheiro?

Claro que foi o Muge...

O tio irmão ou o irmão sobrinho...

A primeira história que aqui vou contar é seguramente das coisas mais caricatas que já vi na minha curta vida.

Aconteceu com um casal pedoridense.

Então é assim:

Certo casal farto da sua vida quotidianda, quiçá sexual, decidiu encornar-se.
Vou identificar os personagens como Homem, Mulher, Amante, Filha da Mulher, Puto1 e Puto2.

A Mulher teve um filho do Amante fruto dessa infidelidade, o Puto1. Até aqui nada de especial.

O Amante entretanto fartou-se da Mulher e apaixonou-se pela Filha da Mulher.
Daqui nasceu uma nova relação, a qual culminou numa nova criança, o Puto2.

Agora vamos aos factos:

  • O Puto1 é filho da Mulher e do Amante.

  • O Puto2 é filho da Filha da Mulher e do Amante.

  • O Puto1 irmão do Puto2, visto serem filhos do mesmo pai, o Amante.

  • O Puto1 é irmão da Filha da Mulher, visto serem ambos filhos da mesma mãe.

  • Como o Puto1 é irmão da Filha da Mulher é tio do Puto2.

  • A Mulher é avó do Puto2 que é irmão de um filho seu, o Puto1.

  • O Amante comeu as duas e ainda se ficou a rir.

  • O Homem é corno e nada mais.



Como se devem tratar os Putos entre si, visto que são filhos do mesmo pai e a Mãe do Puto1 é a Avó do Puto2?

Aceitam-se respostas.