Cremos acreditar, que os Pedoridenses reconhecem ao lugar das Concas como que aquele espaço que é único e exclusivo, que nenhum outro lugar consegue suplantar no resto da aldeia, e, muito dificilmente o cenário irá mudar no futuro, porque ali, a Natureza tem tudo para desiquilibrar a seu favor, desde logo, porque os rios Douro e Arda ali se vão encontrar e esta coincidência faz toda a diferença que os humanos acabam sempre por valorizar mais, porque os rios e as suas águas têm atributos vários e que vão ao encontro dos seus interesses, seja na pesca, ou no lazer, que no Verão ganha a importância maior, quando as temperaturas ambientais sobem e encontram nestes volumes líquidos um antídoto eficaz!...
Mas, quando citamos os meses mais quentes do ano e se nos lembrarmos de Pedorido, há três coisas que associamos no imediato:- O rio Douro, o rio Arda e o lugar das Concas, com todo o seu esplendoroso arvoredo que quase penetra pelas águas destes maravilhosos rios... Se connosco sucede sempre assim, somos levados a acreditar que com os conterrâneos sucederá o mesmo, ou andará muito por aí, mais coisa menos coisa... A seguir e se não partirmos para novas ideias, vamos seguir numas outras viagens ao passado, em que mais uma vez os rios, sempre os mesmos rios, de outros tempos, é certo, mas por isso mesmo mais belos, queremos acreditar nisso, sem ter o propósito do contra, mas pela ligação forte ao que eram as envolvências físicas de uma época difícil e sobretudo diferente, muito diferente, em que nos era ensinado só o essencial para aquele tempo e que passava sempre e acima de tudo pela sobrevivência e para a continuidade!...
Reparem nesta diferença abismal: - Há cerca de sessenta anos...
( CONTINUA )
Mas, quando citamos os meses mais quentes do ano e se nos lembrarmos de Pedorido, há três coisas que associamos no imediato:- O rio Douro, o rio Arda e o lugar das Concas, com todo o seu esplendoroso arvoredo que quase penetra pelas águas destes maravilhosos rios... Se connosco sucede sempre assim, somos levados a acreditar que com os conterrâneos sucederá o mesmo, ou andará muito por aí, mais coisa menos coisa... A seguir e se não partirmos para novas ideias, vamos seguir numas outras viagens ao passado, em que mais uma vez os rios, sempre os mesmos rios, de outros tempos, é certo, mas por isso mesmo mais belos, queremos acreditar nisso, sem ter o propósito do contra, mas pela ligação forte ao que eram as envolvências físicas de uma época difícil e sobretudo diferente, muito diferente, em que nos era ensinado só o essencial para aquele tempo e que passava sempre e acima de tudo pela sobrevivência e para a continuidade!...
Reparem nesta diferença abismal: - Há cerca de sessenta anos...
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